segunda-feira, 11 de março de 2013

DHEA o super-hormônio?


Você acredita que um único hormônio tem o poder de fornecer uma série de informações sobre o corpo humano? Pois é sobre o DHEA que vamos conversar um pouco mais hoje.

O DHEA é um dos hormônios mais abundantes do corpo humano e tem sua origem na glândula supra-renal , na verdade, a cascata de hormônio da supra-renal começa com o colesterol que é matéria prima para o hormônio cerebral pregnenolona. A pregnenolona é então transformada em DHEA. E este serve como matéria-prima para a fabricação de todos os outros hormônios importantes secretados pela glândula supra-renal, entre eles está o cortisol que é responsável pelo estresse.
O pico de produção do hormônio acontece por volta dos 20 e 30 anos de idade, seguindo as ordens de um processo biológico a produção passa a ser reduzida e aos 40 anos a taxa de DHEA passar a ser somente metade daquilo que era antes e com 65 anos o nível provavelmente será de 20% a 10% da quantidade ideal.
Alguns estudos indicam que a diminuição deste hormônio no corpo humano tem relação com a presença de doenças crônicas e degenerativas com grande incidência durante a velhice. Em um estudo realizado por Elizabeth Barrett-Connor, famosa pesquisadora da área hormonal, médica, professora e chefe do departamento de medicina preventiva da Universidade da Califórnia, San Diego, monitoraram-se os níveis de DHEA em 242 homens de 50 a 79 anos de idade durante 12 anos. O estudo revelou forte correlação entre os maiores níveis de DHEA e o menor risco de morte decorrente de todas as causas. Entre os indivíduos que sobreviveram, o nível de DHEA era três vezes maior do que entre os que morreram.
Pesquisas indicam que baixos níveis de DHEA seriam responsáveis por muitas doenças degenerativas e pelo envelhecimento acelerado. Considerou-se o envolvimento do hormônio em diversos problemas de saúde, entre eles o Mal de Alzheimer, doenças auto‑imunes e outras doenças imunológicas, o câncer, a síndrome da fadiga crônica, o diabetes, doenças cardíacas, colesterol alto, problemas de memória, obesidade, osteoporose e distúrbios provocados pelo estresse.
E mais: indícios coletivos indiretos provenientes de mais de cinco mil estudos publicados sustentam com veemência a função antienvelhecimento do DHEA. Os cientistas hoje dispõem de provas de que o DHEA:

·        Aumenta a imunidade;
·        Diminui o risco de doenças cardíacas;
·        Melhora da taxa de glicemia e diminuição do risco de diabetes;
·        Prevenção contra osteoporose e câncer;


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